A pergunta não é onde o seu dado mora. É quem tem jurisdição sobre ele. Aqui, a resposta está em cada camada — do byte cifrado ao contrato assinado.
Cada carteira vive num cofre cifrado em repouso (AES/Fernet). A chave-mestra fica FORA do provedor de nuvem — injetada por ambiente, nunca no mesmo disco do dado. Uma apreensão do servidor leva um cofre ilegível.
Hospedado em nuvem de CNPJ brasileiro (Magalu Cloud, ISO 27001), fora do CLOUD Act dos EUA. Provedores americanos podem ser obrigados a entregar dados ao governo dos EUA mesmo com o dado em São Paulo — residência não é soberania. Aqui, é.
O dado pessoal do segurado nunca é enviado a uma IA de nuvem de terceiros. Um roteador determinístico decide por código: toca PII → modelo local (na jurisdição soberana); não toca, ou já passou pelo portão anonimizador fail-closed → aí sim, nuvem.
Três autoridades separadas, que nunca se cruzam: o agente coleta, o motor determinístico decide o risco, a seguradora homologa. A IA estrutura a informação — jamais toma a decisão.
Todo tráfego externo trafega sob TLS 1.2+. Endpoints sensíveis (token do segurado, aceite jurídico) se recusam a responder sem HTTPS real — fail-closed. Cabeçalhos de segurança (HSTS, CSP, anti-clickjacking) presentes.
Infra em nuvem ISO/IEC 27001. A SimpiaTech conquista o próprio programa: LGPD ativa + roadmap SOC 2 Type II / ISO 27001. Aceitamos por contrato as cláusulas de SUSEP 638, DORA e NYDFS (auditoria, exit plan, MFA, criptografia).
Arquitetura portável (infraestrutura como código + camada de dados abstraída). O padrão é soberano no Brasil; sob exigência regulatória sua, provisionamos a sua instância na nuvem e na região que o seu compliance determinar — sem reescrever o produto. A mesma capacidade que satisfaz o exit plan exigido por SUSEP e DORA.
Cada uma destas camadas é código auditável e cláusula contratual, não slogan. É por isso que um sistema de subscrição pode ser confiado com o dado mais sensível de uma seguradora.